25.5.11

#roteiro rápido: brasília em 15 clics de celular


Brasília a perder de vista, a partir do cimo da Torre da TV. Ao fundo, bem ao fundo, as torres do Congresso Nacional (©joão miguel simões, todos os direitos reservados)


Feirinha junto à Torre da TV (©joão miguel simões, todos os direitos reservados)


Feirinha junto à Torre da TV (©joão miguel simões, todos os direitos reservados)


Um dos candeeiros do Eixo Monumental, mas poderia ser uma flor (©joão miguel simões, todos os direitos reservados)


Biblioteca Nacional, Eixo Monumental (©joão miguel simões, todos os direitos reservados)


O Museu Nacional é uma das mais belas criações de Niemeyer (©joão miguel simões, todos os direitos reservados)


As curvas de Niemeyer no Eixo Monumental (©joão miguel simões, todos os direitos reservados)


A rampa do Museu Nacional, com a Biblioteca Nacional ao fundo (©joão miguel simões, todos os direitos reservados)


O Eixo Monumental e a Esplanada dos Ministérios vistos do Museu Nacional (©joão miguel simões, todos os direitos reservados)


A rampa curvilínea do Museu Nacional, com a Biblioteca Nacional ao fundo (©joão miguel simões, todos os direitos reservados)


A Catedral Metropolitana, e seu espelho d'água, obra maior de Niemeyer, também no Eixo Monumental (©joão miguel simões, todos os direitos reservados)


O topo da catedral que abre para o céu, num dia plumbeo (©joão miguel simões, todos os direitos reservados)


"A Justiça", de Ceschiatti, frente ao Supremo Tribunal Federal, projeto de Niemeyer, na Praça dos Três Poderes (©joão miguel simões, todos os direitos reservados)


Aula de pintura na Esplanada (©joão miguel simões, todos os direitos reservados)


O famoso Congresso Nacional (©joão miguel simões, todos os direitos reservados)

22.5.11

#comidinhas: sukiyaki, programa de domingo na liberdade (SP)

[Rua Galvão Bueno, Liberdade, São Paulo (foto D.R.); abaixo: feirinha da Praça da Liberdade (©joão miguel simões, todos os direitos reservados)]

Sem me dar conta, nos últimos tempos, sempre que estou em São Paulo com amigos, mais cedo ou mais tarde, o programa repete-se. Acho mesmo que se tornou uma espécie de ritual domingueiro — um ritual tardio, acrescento, como se quer num dia de consentida, e saborosa, preguiça — e dou graças por isso.

Primeiro porque domingos, a partir do final da tarde sobretudo, não são exatamente de minha predileção; segundo porque, graças ao sukiyaki, encontrei finalmente uma razão de peso — para lá do desejo súbito de comer um legítimo Melona, o picolé coreano de-li-ci-o-so de melão que virou uma espécie de mania paulistana anos atrás — para ir até à Liberdade num domingo. 

O bairro, desde que se comemorou o centenário da imigração japonesa em 2008, melhorou em vários aspetos, mas, sejamos sinceros, continua a mesma (e não tão boa assim) bagunça de sempre. Gente a mais, vagas a menos (por isso, o metrô acaba sendo um bom recurso), lixo jogado no chão e, para quem não conhece bem, aquela dor de cabeça na hora de eleger um restaurante que valha realmente a pena.

Ainda assim, há qualquer coisa na Liberdade que me atrai. Talvez porque, como tão bem escreveu Bernardo Carvalho em  O Sol se Põe em São Paulo, "a Liberdade é um desses bairros (...) que, embora em menor escala do que nas regiões mais ricas, e por isso mesmo de um modo às vezes até simpático, ressalta no mau gosto da sua rala fantasia arquitetônica o que a cidade tem de mais pobre e de paradoxalmente mais autêntico: a vontade de passar pelo que não é".

Há coisa de dois meses, veio parar em minhas mãos uma matéria providencial do jornal O Globo em que, precisamente, se sugeria um roteiro na Liberdade seguindo as dicas de um insider, no caso o chef emergente Thiago Sakamoto, do Shaya. Lendo, confirmei coisas que já sabia, tipo as comidinhas orientais da feirinha da Praça da Liberdade ou a paragem obrigatória na padaria Itiriki (rua Galvão Bueno, 24), famosa pelos pães e doces, mas também por seus sucos. Outras desconhecia e vou deixar para testar numa próxima oportunidade (já agora, para quem quiser, a matéria se encontra online aqui).

Sem surpresa, constatei que o sukiyaki da Liberdade não aparece citado na listinha "vale a pena" de Sakamoto. Não acredito ser o caso do jovem chef de ascendência nipônica, claro, mas não é raro encontrar apreciadores de comida japonesa que nunca ouviram falar, tão pouco degustaram o sukiyaki.

[O sukiyaki é preparado na mesa, à nossa frente, pelo garçom ou pelos próprios clientes para quem seu preparo não tem mais segredos (©joão miguel simões)]

E é um prato aparentemente simples, mas, garanto, muito saboroso. A receita original remonta ao Japão medieval e rural, em que os camponeses tinham por hábito levar para o campo batatas doces que depois assavam com a ajuda de um rastelo (e sukiyaki quer dizer isso mesmo: assar com um rastelo). Com o tempo, como sempre acontece, eles foram agregando outros legumes, outros ingredientes e molhos, começando, inclusive, a utilizar as panelas de ferro na preparação do prato em datas festivas. E foi assim, parece, que o sukiyaki se tornou um prato para reafirmar laços familiares e afetivos, pois todos comiam da mesma panela.

[©joão miguel simões, todos os direitos reservados]

Existem, óbvio, variações, mas, por regra, na tal panela entra filé migon fateado, folhas de acelga, cebola, moyashi (brotos de feijão), naga negui (mistura de cebolinhas), cogumelos Shiitake, itoh konhaku (macarrão de batata) e tofu; já no molho vai shoyu, saké e mirim. 

[©joão miguel simões, todos os direitos reservados]

Na versão que costumo compartilhar com meus amigos no almoço fora de horas de domingo, o chamado sukiyaki especial, consigo distinguir pelo menos mais dois ingredientes: gema de ovo e kanikama. É um prato rápido, mas por fases — primeiro vai a carne, depois os vegetais e por ai vai — e em que boa parte do prazer está também em assistir à sua preparação na nossa frente.

[©joão miguel simões, todos os direitos reservados]

É possível que existam outros endereços na Liberdade, mas costumo ir num velho Food Center que não tem erro, na rua da Glória. O lugar parece saído de um romance noir, com entrada por um pequeno e discreto prédio, sendo preciso depois subir por elevador até ao primeiro piso. Na sala 13, a Sukiyaki House. 

[©joão miguel simões, todos os direitos reservados]

A decoração é sem graça e clichê, como quase sempre tudo ali, mas, detalhe importante, não fazem cara feia quando chegamos para almoçar quase a meio da tarde e entre os clientes há sempre famílias inteiras de locais, o que não deve ser um mau sinal, certo?

À saída, não sobra apetite para muito mais, mas eu sempre arranjo maneira de deixar um pequeno espaço para a sobremesa, que tomo já rua. É, eu acabo não resistindo e na volta, antes de deixar a Liberdade, mato o desejo de picolé de melão. Até à próxima.

Rua da Glória, 111, sala 13, Liberdade, São Paulo, tel. (11) 3106 4067, seg., ter., qui. e sex., almoços entre as 11.30 e as 14.30 e jantares entre 18.00 e as 22.00; sáb., almoços entre as 11.30 e as 16.00 e jantares entre 18.00 e as 22.30; dom., entre as 11.30 e as 22h. Uma média de R$35 por pessoa.

19.5.11

#atrações irresistíveis: inhotim (MG)

[Inhotim, ©joão miguel simões, todos os direitos reservados]


A 9º Semana de Museus, que começou no dia 17 e vai até ao dia 22 de Maio, foi o pretexto que precisava para escrever sobre Inhotim, perto de Belo Horizonte. Claro que, a propósito da comemoração, o centro de arte vai ter uma programação especial — que pode ser consultada aqui —, mas eu quero mesmo é falar do projeto e do lugar. 


Só para terem idéia, entre 2008 e 2010, já fui três vezes (aliás, as fotos que ilustram este post foram, precisamente, feitas nas diferentes visitas). Detalhe: não moro em Belo Horizonte; tão pouco em Minas.


[Inhotim, ©joão miguel simões, todos os direitos reservados]

O fascínio, que não é só meu — o centro tem recebido inúmeros prêmios — é fácil de explicar. Por muito que a Serra do Curral seja o símbolo mais amado da capital mineira, dando-lhe o entorno verde que tanto preza, a verdade é que são cada vez mais os belo-horizontinos que, quiçá em busca de maior sossego, estão optando por morar fora do perímetro urbano, em lugares como Nova Lima, ou até mesmo mais distantes como Brumadinho, Florestal ou Esmeraldas. 

Mas nem é preciso chegar a tanto. Basta que se pense nesses lugares — todos eles num raio inferior a 100 quilômetros para quem está em Beagá — como uma boa sugestão de evasão para mudar de ares e de rotina no final de semana.



[Inhotim, ©joão miguel simões, todos os direitos reservados]

O que me surpreende mesmo, para ser sincero, é que ainda haja em Beagá quem, mesmo tendo à disposição inúmeros hotéis-fazenda ou até um ônibus que permite ir e vir no mesmo dia (sáb., dom. e feriados), não conheça o Centro de Arte Contemporânea do Inhotim, em Brumadinho, a pouco mais de uma hora de carro da capital.




[Inhotim, ©joão miguel simões, todos os direitos reservados]


A quem não foi, só tenho uma coisa a dizer: não sabem o que estão perdendo. Falo sério. Como tantas vezes acontece, talvez o nome ‘arte’ ou ‘centro cultural’ sirva de desculpa para explicar a relutância de alguns, mas trata-se de um dos projetos mais inovadores dentro do seu género. Para começar porque ocupa cerca de 40 hectares de uma vasta propriedade de 120, pertencente ao magnata da mineração Bernardo Paz, da Itaminas. Desde 1980, ele tem vindo a amealhar uma coleção de arte contemporânea nada desprezível, tanto que, a dada altura, o acervo atingiu tal dimensão que merecia ser mostrado em público. 


[Inhotim, ©joão miguel simões, todos os direitos reservados]


Foi o que fez: primeiro de forma condicionada, depois já a título permanente, a partir de Outubro de 2006, no centro tal como hoje o vemos.


Com ligação às mais importantes bienais de arte, o Inhotim vem expondo o trabalho de vários artistas brasileiros e internacionais, de forma permanente ou itinerante, em 14 galerias de arquitetura moderna – começaram por ser apenas 9 – ou a céu aberto no parque ambiental, que deve seu paisagismo original a Burle Marx.



[Inhotim, ©joão miguel simões, todos os direitos reservados]

Aliás, é esta combinação feliz e pouco usual – pelo menos com esta dimensão – entre a natureza, com um cuidado primoroso que passa pela preservação de espécies botânicas brasileiras, e arte, que faz de Inhotim um lugar único. Tão especial que, por sinal, colocou a comunidade de Brumadinho, até então quase exclusivamente famosa por seu forró de sexta-feira no terminal da rodoviária, no mapa internacional. 



[Inhotim, ©joão miguel simões, todos os direitos reservados]

Que ninguém tenha dúvidas: o Inhotim é muito bom em qualquer parte do mundo – conta com uma vasta e bem preparada equipa jovem, acessos facilitados e um excelente restaurante (o bufê, muito farto e saboroso, sai por cerca de R$50 por pessoa, existindo outras opções mais em conta) —, mas está a meros 60 quilômetros da capital mineira. 

[Inhotim, ©joão miguel simões, todos os direitos reservados]

É programa para um dia inteiro, capaz de agradar a gente de todas as idades e formações. Daqueles em que se fica com as pernas doendo de tanto caminhar, mas de que ninguém reclama.

Rua B, 20, Inhotim, Brumadinho, Minas Gerais, tel. (31) 3227 0001, de ter. a sex., entre as 9.30 e as 16.30; aos sáb., dom. e feriados, entre as as 9.30 e as 17.30. Ingresso: R$20. Consultar os horários da linha de ônibus BH-Inhotim em www.saritur.com.br

16.5.11

#restaurante: banzeiro, manaus (AM)

[Entrada do Banzeiro, em Manaus, e uma de suas especialidades, a moqueca de pirarucu; abaixo: chef Felipe Schaedler (fotos D.R.)]

A proximidade ao rio, traz-me à lembrança que muito do mérito da cozinha manauara, assumidamente mestiça, assenta na riqueza dos peixes amazônicos. Para quem está habituado à textura e sabor dos peixes de mar, pode estranhar um pouco, mas vale a pena dar um voto de confiança ao tambaqui, ao pirarucu e ao tucunaré (só para citar os mais apreciados). 

Existem várias casas recomendadas para os degustar, em caldeirada, assados e até em versão defumada, mas o restaurante Banzeiro, a funcionar no afastado bairro da Nossa Senhora das Graças desde Dezembro de 2009, é, graças a Felipe Schaedler, a grande sensação do momento para provar pratos regionais com um toque de autor. Foi o que fiz com uma excelente moqueca de pirarucu — sai por R$61,90, muito bem servida, com pirarucu defumado, leite de coco, banana e castanha (além de pirão, arroz e farofa a acompanhar) — e um sorvete de tucumã, o fruto de uma palmeira amazónica, que os manauaras têm por hábito comer às lascas, dentro de um pão, e que qualquer lanchonete da cidade serve com o nome sugestivo de x-caboclinho.

Ainda sobre Schaedler, acrescento que é muito jovem, mas, apesar de catarinense, fincou os pés na capital amazonense e, depois de estagiar em São Paulo e Belém, está dando mostras de que pode elevar a cozinha manaura a um grau maior de sofisticação.


Rua Libertador, 102 (Nossa Senhora das Graças), Manaus, tel. (92) 3234 1621, de seg. a sáb, almoços entre as 11.30 e as 15.00 e jantares entre as 18.30 e as 23.30, aos dom., apenas almoços até às 17.00, uma média de R$50 a R$70 por pessoa

4.5.11

#restaurante: a geleia de pimenta do chef dantas (MA)

[Chef Dantas (abaixo, foto de PSR/Rotas), que também é pintor (em cima, à dir., foto de JMS), reclama a autoria dos pasteizinhos servidos com geleia de pimenta, mas não há restaurante em São Luís que não tenha copiado a idéia (em cima, à esq., foto de PSR/Rotas)

O chef Dantas, que também pinta nas horas vagas, é uma figura incontornável na gastronomia de São Luís, capital do Maranhão, onde comanda duas casas: o Maracangalha, mais seleto e recatado no bairro da Ponta do Farol, e o Porto Maracangalha, que só abre nos finais de semana para aproveitar a animação da Avenida Litorânea. 


Cozinheiro-alquimista, Melquiades Dantas de Araújo Filho, nascido no Rio Grande do Norte mas há mais de três décadas no Maranhão, diz que herdou o talento intuitivo para lidar com ervas e temperos de sua mãe, Gerci Brandão de Araújo. Sem grandes concorrentes à altura, Dantas habituou-se a receber e a ciceronear em seus restaurantes figuras bem conhecidas, de cantores a atores, onde se inclui até o ex-presidente Lula e a apresentadora Ana Maria Braga. Aliás, assumidamente vaidoso e muito falador, Dantas teve sua coroa de glória ao ser convidado do programa "Mais Você", da Globo, para ensinar sua receita de torta de caranguejo na frigideira.


Em seu receituário distinguem-se ainda outros pratos como a carne de sol ao molho de leite (sai por R$85, eleito Prato da Boa Lembrança em 2010), mas sua fama maior vem de uma entrada criada por si e cujo segredo guarda a sete chaves — o que não impediu meia cidade de a copiar e imitar. É ele o autor dos famosos pasteizinhos, que levam recheios variados como queijo ou carne, servidos com uma geleia de pimenta muito especial. Hoje, a dita geleia é muito utilizada dentro e até fora do Brasil, mas Dantas não perde o prumo e garante que igual à sua é difícil. Ou não tivesse a mesma uma inspiração quase divina:  certa noite sonhou com a receita e quando acordou já estava pronto para a executar. Simples assim.


Maracangalha | Rua Mearim, 13, Quadra III, Lote 12, São Luís, tel. (98) 3235 9305, de seg. a qua., entre as 12.00 e as 00.00, de qui. a sáb., das 12.00 às 01.30, aos dom., entre as 11.30 e as 17.00, uma média de R$50 a R$70 por pessoa
Porto Maracangalha | Avenida Litorânea, 3 

1.5.11

#gente em destaque: carla pernambuco em versão televisiva

[Carla Pernambuco, conhecida pelos restaurantes Carlota e pela delicatessen Las Chicas, comanda agora o programa "Brasil no Prato", transmitido pelo canal a cabo Bem Simples (fotos D.R.)]

Da gaúcha Carla Pernambuco já quase tudo foi dito ou escrito. Inclusive que antes de se tornar cozinheira conhecida foi atriz e jornalista ou que foi só no regresso de uma temporada com o marido, fotógrafo, em Nova Iorque (cidade de sua predileção até hoje), que decidiu se aventurar, para valer, no mundo dos tachos e panelas. Primeiro abriu, num sobradinho do bairro paulistano de Higienópolis, o Carlota, cuja proposta de cozinha contemporânea (mas com um gostinho inequívoco a comida caseira, ou melhor dizendo, a comfort food) se veio a revelar uma aposta certeira. E deu tão certo que logo inaugurou, à imagem e semelhança da matriz, um outro Carlota no Rio, na disputada rua Dias Ferreira (Leblon), seguindo-se recentemente, em parceria com Carol Brandão, o Las Chicas, a mais nova delicatessen de Pinheiros, também em São Paulo.


Já tive o prazer de almoçar no Carlota, quer no Rio, quer em São Paulo; falta-me conhecer o Las Chicas, o que farei, por certo, quando voltar a São Paulo. Até lá, no entanto, a boa nova é que Carla Pernambuco acaba de estrear, no canal a cabo Bem Simples (uma franquia do argentino Utilisima, que no Brasil integra o pacote do Fox Life), o programa "Brasil no Prato".


[Restaurante Carlota, em São Paulo e no Rio, onde serve sobremesas já famosas como o petit gâteau de doce de leite ou o suflê de goiabada (fotos D.R.)]

As gravações da primeira temporada (um total de 26 episódios, de 30 minutos cada) decorreram em Buenos Aires, mas Carla, que se mostra bem à vontade em seu novo papel, fez questão de supervisionar tudo e de ter uma palavra a dizer não só no conteúdo, mas também no cenário, no figurino e no nome.

[Inaugurada no começo deste ano, Las Chicas, no bairro paulistano de Pinheiros, é a mais nova aposta de Carla Pernambuco, com comidinhas simples e descomplicadas (fotos D.R.)]

No repertório vão entrar receitas bem brasileiras, como pão de queijo, e outras que nem tanto, mas sempre tendo em atenção o gosto nacional. Aliás, o canal Bem Simples pretende exibir cada vez mais formatos originais em língua portuguesa e além da chef gaúcha recorreu ainda, entre outros, a Rogério Shimura (do D.O.M) e Ana Zita Fernandes (da Barbarella Bakery) para comandar "A Confeitaria" ou a Carole Crema (da La Vie en Douce) para apresentar a segunda temporada do "Cozinha Caseira".


Quem não tiver o Bem Simples, pode assistir aos vídeos do "Brasil no Prato" aqui.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...